quarta-feira, 12 de maio de 2010

A economia açucaeira.


Com a decisão de Portugal de colonizar o Brasil (1532), era preciso escolher um produto lucrativo para a exploração e um sistema de administração da terra.
Lembrando das semelhanças ecológicas entre suas Ilhas no Atlântico e a nova Colônia, perceberam que a cana – de – açúcar atendia as necessidades de execução, pois era de fácil comercialização e produção, de grande aceitação no mercado europeu e se adaptaria ao clima brasileiro; assim também aplicaram o sistema de Capitania Hereditárias (já utilizado o Atlântico), dividiram o território em 15 grandes faixas de terra que foram doadas ao donatários. Estes por sua vez, deveriam administra - las com os próprios recursos.
A economia açucareira, seguia o seguinte modelo: grande propriedades, monocultura, trabalho escravo, produção direcionada ao exterior e participação holandesa (no transporte, refino e distribuição).
No interior dos latifúndios encontravam - se os engenhos (centros de produção), compostos por: casa Grande, senzala, moenda, casa de purgar, caldeira, capela e estrebarias.
A sociedade apresenta caráter rural, dividida basicamente em duas classes: Senhores de Engenho (proprietários das terras) e escravos. Entre elas existe uma pequena quantidade de homens brancos desempenhando funções como: feitores, padres e lavradores livres.
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